A efemeridade da vida e a passagem do tempo

«A efemeridade da vida e a passagem do tempo são preocupações que ocupam Dacosta, sobretudo na recta final. Essas questões transparecem em diversas obras, como nesta tela, onde se denota uma pintura cada vez mais etérea, podendo apenas entrever-se uma figura fantasmagórica e um pequeno cálice no lado superior direito, quiçá símbolo de uma demanda por um tempo e lugar absolutos e imutáveis, de plenitude. Ao centro, o pintor recupera uma forma escura, de difícil reconhecimento, já incluída em obras anteriores, aqui sugerindo um espaço de transição e comunicação entre duas dimensões, dois estados, duas vidas.»

(SARAIVA, 2014, p. 60)


Bibliografia


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