Solistas da Orquestra Gulbenkian
A História do Soldado
Slider de Eventos
Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado segunda, 20:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianPreço
- Entrada gratuita
Levantamento de bilhetes, sujeito à lotação da sala
(máx. 2 por pessoa):
Presencial – 2 horas antes
Online – 2 dias antes (Cartão Gulbenkian Mais) ou 1 dia antes (Cartão Gulbenkian) a partir das 10:00.
- Violino
- Contrabaixo
- Clarinete
- Fagote
- Trompete
- Trombone
-

Anna Paliwoda
Violino
Anna Paliwoda nasceu em Katowice, na Polónia, em 1992. Iniciou os seus estudos musicais aos sete anos de idade na Escola de Música Karol Szymanowski, em Katowice. Prosseguiu os estudos na Academia de Música Ignacy Jan Paderewski, em Poznan, na Polónia. Entre 2013 e 2017, formou-se na Escola de Música Reina Sofía, na classe de violino do professor Marco Rizzi e na classe de viola da professora Diemut Poppen. Frequentou master-classes de Vadim Gluzman, Nils Mönkemeyer, Günter Pichler e Mauricio Fuks.
Foi premiada na categoria de violino em vários concursos, tais como: Concurso Bohdan Warchal, em Dolný Kubín (Eslováquia), Concurso de Violino de Sochaczew (Polónia), II Concurso para Jovens Violinistas Tadeusz Wronski (Violino solo), em Tomaszów Mazowiecki (Polónia). Em 2012 foi finalista do XIX Concurso Internacional de Violino Andrea Postacchini de Fermo (Itália).
Foi membro da Orquestra Sinfónica Freixenet, dirigida por Víctor Pablo Pérez, Zubin Mehta, Pablo Heras-Casado, Stefan Lano; da Orquestra de Câmara Freixenet, dirigida por András Schiff e Eldar Nebolsin; da Camerata Viesgo, dirigida por Gordan Nikolic e Peter Eötvös. Foi também membro do Cuarteto Mendelssohn de BP e do Cuarteto Óscar Esplá de Asisa.
Em 2016 concluiu a licenciatura na Academia de Música Karol Szymanowski, em Katowice. Em 2017 ingressou no naipe de primeiros violinos da Orquestra Sinfónica de Euskadi, em San Sebastián. Tem participado regularmente no Festival Cantabile, apresentando-se em concertos de música de câmara ao lado de solistas como Diemut Poppen, Ivan Monigetti e Christel Lee. Vive em Lisboa desde 2018, estuda na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Ana Beatriz Manzanilla e desempenha as funções de chefe de naipe dos segundos violinos na Orquestra Gulbenkian. Em 2019 venceu o Concurso de Interpretação do Estoril.
-

Domingos Ribeiro
Contrabaixo
Domingos Ribeiro nasceu em Macau no ano 1992. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga com a professora Cristina Costa. Licenciou-se em 2013 na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do professor Manuel Rêgo. Estudou posteriormente na Escuela Superior de Música Reina Sofia, em Madrid, com os professores Duncan McTier e Antonio García Araque, enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundación Albeniz. Foi academista Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks trabalhando regularmente com Philipp Stubenrauch, Wies de Boevé, Heinrich Braun e Alexandra Scott. Complementou também o seu desenvolvimento com Masterclasses com Janne Saksala, Matthew McDonald, Rinat Ibragimov, Catalin Rotaru, Petru Iuga, Edicson Ruiz, Benedikt Hubner, Wolfgang Güttler, entre outros.
Participou em vários estágios de orquestra de jovens, destacando-se a Orchestre de Jeunes de la Méditerranée e a European Union Youth Orchestra, tendo sido Chefe de Naipe em ambas. Ganhou o lugar de reforço convidado na Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música em 2014, da Orquesta Nacional de España, em 2016 e na Budapest Festival Orchestra em 2017. Para além das orquestras já mencionadas, colaborou também com a Mahler Chamber Orchestra, Lahti Symphony Orchestra, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra XXI, entre outras. Trabalhou com maestros como Mariss Janson, Bernard Haitink, Sir Simon Rattle, Kirill Petrenko, Yannick Nézet-Séguin, Riccardo Muti, Sir John Eliot Gardiner, Franz Welser-Möst, Kent Nagano, David Afkham, Krzysztof Urbanski, David Zinman, Dima Slobodeniouk, Alain Altinoglu, Lahav Shani, Christian Macelaru, Carlo Rizzi, Vasili Petrenko, Lawrence Foster, entre outros.
Em 2015 atuou a solo com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa e com a Camerata Gareguin Arantounian. Venceu também o 1º prémio na primeira edição do Concurso Vasco Barbosa tendo-se apresentado a solo no Centro Cultural de Belém com a Camerata Atlântica e gravado para a RDP – Antena 2. Em 2019, ganhou o 2º Prémio e o Prémio do Público do Concurso de Interpretação do Estoril e o 1º prémio do Festival “Verão Clássico”. Em 2020 apresentou-se a solo no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian com a Orquestra Gulbenkian.
É solicitado para vários projetos e temporadas de Música de Câmara por todo o país, tendo colaborado com artistas como Maria João Pires, Gyula Stuller, Lou Yung-Hsin Chang, António Meneses, entre outros, e trabalhou também com o Ensemble Mediterrain e Ensemble Darcos. Participa também em vários concertos de Música de Câmara dos Solistas da Orquestra Gulbenkian.
Ganhou em 2017 o lugar de Chefe de Naipe dos Contrabaixos – Solista A – na Orquestra Gulbenkian, função que desempenha atualmente. Desde 2019 é docente de Contrabaixo na Escola Superior de Música de Lisboa, sendo também regularmente convidado para orientar várias Masterclasses em Portugal.
-

Telmo Costa
Clarinete
Telmo Costa é Clarinetista Solista A Co-Principal da Orquestra Gulbenkian desde 2019. Paralelamente, é Cofundador e Diretor Artístico do Ciclo de Música de Câmara de Santa Maria da Feira.
Licenciado em Artes Musicais, na vertente de Clarinete, pela Hochschule für Musik de Basileia (Suíça), é igualmente Mestre em Artes Performativas, tanto na especialidade de Solista como na de Performance, pela mesma instituição. Concluiu ainda o Mestrado em Ensino de Música na Escola Superior de Música de Lisboa. A sua formação foi orientada por prestigiados docentes como José Américo Belinha, Edgar Silva, Hélder Tavares, Manuel Jerónimo e François Benda, tendo igualmente aprofundado os seus conhecimentos em diversas masterclasses com António Saiote, Nuno Pinto, Victor Pereira, Horácio Ferreira, Ricardo Alves, Juan Ferrer, Florent Héau, Kilian Herold, Harri Mäki e Johannes Peitz.
Foi laureado com vários prémios nacionais e internacionais, entre os quais se destacam: o 1.º Prémio no Concurso Luso-Espanhol de Fafe; o 1.º Prémio na International Clarinet Competition APC; o Golden Prize na Vienna International Music Competition; o 1.º Prémio na North International Music Competition; e o 1.º Prémio no Prémio Jovens Músicos. Neste último concurso recebeu ainda o Prémio Maestro Silva Pereira, o Prémio European Union of Music Competitions for Youth e o Prémio Círculo Richard Wagner.
Ao longo da sua carreira, colaborou com várias orquestras, tanto de jovens como profissionais, entre as quais a Jovem Orquestra Portuguesa, o Estágio Gulbenkian para Orquestra, a Neue Philharmonie München, a Schweizer Jugend-Sinfonie-Orchester, a Gustav Mahler Jugendorchester, a Orquestra Filarmónica Portuguesa, a Koninklijk Concertgebouworkest e a Luzerner Sinfonieorchester, nesta última enquanto academista.
Em 2022 iniciou os seus estudos em Direção de Orquestra sob a orientação do Maestro Jean-Marc Burfin. Desde então, participou em masterclasses com os maestros Ernst Schelle, Jean-Marc Burfin e Lawrence Foster, tendo dirigido a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra do Norte e a Orquestra Gulbenkian. Em 2024 foi nomeado Maestro Assistente da Jovem Orquestra Portuguesa e da Orquestra de Câmara Portuguesa para a temporada 2024/2025.
-

Raquel Saraiva
Fagote / Contrafagote
Raquel Saraiva iniciou os estudos de fagote em Coimbra com José Pedro Figueiredo. É licenciada pela ESMAE, onde estudou com H. Kesteman e Pedro Silva. Concluiu o mestrado na Musikhochschule de Lübeck com Pierre Martens. NO âmbito do programa Erasmus, frequentou a Academia Norueguesa de Música, em Oslo, onde se aperfeiçoou com Dag Jensen. Realiza atualmente uma pós-graduação na Universidade Mozarteum, em Salzburgo, com Marco Postinghel.
Tocou com várias orquestras, incluindo: Junge Deutsche Philharmonie, Orquestra de Jovens da União Europeia, Gustav Mahler Jugendorchester, Sinfónica de Bamberg, Philharmonisches Orchester der Hansestadt Lübeck, Sinfónica NDR de Hamburgo, Deutsche Kammerphilharmonie Bremen, Orquestra de Câmara de Munique, Orquetra da Rádio de Munique, Sinfónica da Rádio da Baviera, Orquestra de Câmara Portuguesa e Orquestra Gulbenkian. Foi academista da Sinfónica da Rádio SWR de Estugarda e bolseira da Fundação Gulbenkian. Foi premiada nos concursos Prémio Jovens Músicos, 5th International Academic Oboe and Bassoon Competition Łódź e Concurso de Interpretação do Estoril. De 2014 a 2018 foi Solista B na orquestra do Staatstheater am Gärtnerplatz, em Munique. É 2.º Solista da Orquestra Gulbenkian desde 2018.
-

José Pedro Pereira
Trompete
José Pedro Pereira nasceu em 1998. É Trompete Solista B da Orquestra Gulbenkian. Iniciou os seus estudos de piano e trompete no Conservatório de Música de Felgueiras, tendo mais tarde prosseguido a sua formação na Academia José Atalaya, em Fafe. Em 2010 ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, na classe do professor Paulo Silva, tendo concluído o curso com a máxima classificação. Em 2016 foi admitido na Zürcher Hochschule der Künste - Zurique, onde estudou com os professores Frits Damrow e Laurent Tinguely e ainda com Simon Lilly na variante de trompete barroco.
Durante a sua formação, frequentou inúmeros cursos de aperfeiçoamento com Pierre Dutot, Frits Damrow, Mark David, Pasi Pirinen, Philippe Litzler, Pacho Flores, Konradin Groth, Reinhold Friedrich, Jeroen Berwaerts, Philip Smith e Sergei Nakariakov, entre outros.
Foi galardoado em concursos nacionais e internacionais, incluindo o Eric Aubier International Trumpet Competition ( França), o Internationaler Bodensee Musikwettbewerb (Alemanha), o Concurso de Instrumentos de Sopro “Terras de La Salette”, o Concurso de Trompete da Póvoa de Varzim, o Concurso Internacional de Trompete Rubén Siméo e o Concurso Luso-Galaico Albertino Lucas. Em 2018, ganhou o 1.º prémio - nível Superior na 32.ª edição do Prémio Jovens Músicos.
Foi academista da Opernaus Zürich / Philharmonia Zürich (2019/2022), tendo colaborado com inúmeros maestros e cantores de renome internacional. Na função de solista, colaborou com a Orquestra Gulbenkian, a Orchestre de l‘Opéra de Rouen Normandie, a Südwestdeutsches Kammerorchester Pforzheim e a Banda Sinfónica Portuguesa.
-

Rui Fernandes
Trombone
Rui Fernandes é natural de Lanhelas, no concelho de Caminha. Iniciou os seus estudos musicais aos oito anos de idade na Banda Musical Lanhelense. Estudou posteriormente com José Borges na Escola Profissional de Musica de Viana do Castelo. Aos 18 anos prosseguiu os seus estudos na Escola Superior de Música de Lisboa com Ismael Santos e aos 23 anos ingressou no Royal Northern College of Music, em Manchester, onde estudou com Chris Houlding. Ao longo do seu período de formação, frequentou também cursos de aperfeiçoamento com os mais prestigiados trombonistas mundiais, tais como, Josep Alessi, Ian Bousfield, Don lucas, Gusztav Hona, ou David Bruchez, entre outros.
Rui Fernandes tem colaborado com vários agrupamentos de música de câmara e apresentou-se a solo com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras no Festival de Musica do Estoril. Colaborou com as principais orquestras portuguesas, incluindo a Orquestra Sinfónica do Porto, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, tendo tocado com prestigiados maestros e solistas. Como professor, lecionou trombone nos Conservatórios de Alhandra e Minde. De 2008 a 2010, foi trombonista do Remix Ensemble Casa da Música. É 2.º trombone solista da Orquestra Gulbenkian desde 2010. Atualmente é também membro do grupo de trombones e tubas Wild Bones Gang.
Igor Stravinsky
A Orquestra Gulbenkian é formada por instrumentistas de grande qualidade técnica e artística. Ao longo de cada temporada, estes apresentam-se também em recitais de música de câmara, com entrada gratuita. Ao mesmo tempo contribuem de forma relevante para uma melhor apreciação e valorização da música de câmara, desde o repertório corrente do género até à estreia de novas obras.
Mecenas Gulbenkian Música
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.