180 Artistas ao sul

Apoio à realização de workshops e residências artísticas, com o objetivo de promover a internacionalização de artistas dos PALOP

A Fundação Calouste Gulbenkian apoiou, entre 2015 e 2017,  o programa de residências artísticas 180º Artistas ao sul. Este programa tem como objetivo promover o intercâmbio e a internacionalização de artistas dos PALOP,  nomeadamente Angola, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Na edição de 2016 participaram neste projeto os angolanos Edson Chagas e Januário Jano, os moçambicanos Euridice Kala e Mário Macilau e o cabo-verdiano Irineu Destourelles.

Em 2017, participaram Januário Jano e Cristiano Mangovo, de Angola e Maimuda Adam, de Moçambique. 

O 180º Artistas ao sul é um projeto sedeado no Hangar – Centro de investigação artística, em Lisboa, que pertence à associação cultural Xerem, criada em 2009 e representante portuguesa da rede internacional de artes visuais Triangle Network, rede de organizações artísticas em desenvolvimento desde 1982 com parceiros em diversos países de quatro continentes.

A Xerem tem como principal objetivo abrir espaços não institucionais para a produção e exibição de arte contemporânea, privilegiando a produção artística em rede, num ambiente de troca de experiências e entre artistas, com impacto real na sua carreira e no enriquecimento dos públicos e comunidades.

Em 2013, a Fundação apoiou o financiamento das viagens e estadia dos artistas Rui Sérgio Afonso (Angola) e Mauro Pinto (Moçambique) para a participação no III workshop da Triangle Network em Portugal, intitulado Offline-entre trânsitos e viagens, organizado pela Xerem. Este workshop visou instalar um modelo de trabalho colaborativo entre artistas promovendo, assim, a troca cultural através da disseminação de ideias e de conexões criativas.

Mais informações no site do Hangar.

Atualização em 26 Fevereiro 2019