Um olhar sobre o conceito de eternidade 

O rumor do mundo não é mais que um sopro de vento

O «rumor do mundo não é mais que um sopro de vento», expressão da «Divina Comédia» de Dante Alighieri, serve de mote a esta pequena mostra. O conjunto de manuscritos iluminados europeus em exposição permite uma reflexão sobre o conceito de eternidade.

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De forma a propor uma observação e reflexão sobre imagens e conteúdos de algumas das mais notáveis obras manuscritas e iluminadas da Coleção Calouste Gulbenkian, apresentam-se, na vitrina dedicada a este núcleo da Coleção, sete manuscritos e um fólio solto de uma Bíblia Sagrada.

Esta escolha prende-se com uma narrativa em torno da história dos homens e da sua fé, da crença naquilo que, porventura, os criou e os aguarda após o seu final terreno. No entanto, mais do que apresentar a ideia consagrada de uma eternidade divina, infernal ou paradisíaca, estas obras mostram-nos sobretudo que a eternidade é, de modo indubitável, conquistada através da arte. Em particular, por meio da arte do livro, do contar das histórias, sagradas ou profanas, ao escrevê-las e ao ilustrá-las, ao iluminá-las, para aqueles que as observaram e aprenderam com elas outrora, para os que as observam e refletem hoje, e para os que virão depois e que continuarão a preservar esse rumor do mundo, celebrado e cumprido entre as páginas escritas e ilustradas dos manuscritos iluminados.


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