Maria Manuela Marques da Mota

1929, Lisboa, Portugal

Conservadora-geral da secção de Arte Oriental do Museu Calouste Gulbenkian (1960 – 1995); Fundadora da Associação Portuguesa de Museologia (APOM); Presidente da APOM (1975 – 1991)

3 Exposições

Após estudos universitários na área da Psicologia, licenciou-se em História e Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian para estudos de pós-graduação no âmbito da Antropologia da Arte, na University of Birmingham.
Iniciou a sua atividade profissional na Sorbonne, em Paris, tendo ingressado, em junho de 1958, nos quadros do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, onde se dedicou, em particular, à organização e apresentação de exposições individuais e coletivas, em colaboração com outros Serviços da Fundação e com o apoio de Artur Nobre de Gusmão e de Fernando de Azevedo. 
Nos anos 70 do século passado, e na sequência da reestruturação por setores das atividades do Serviço de Belas-Artes, Maria do Carmo Marques da Silva ficou responsável pelo Setor de Artes Plásticas e Exposições. Desenvolveu o seu trabalho nestas áreas, tendo centralizado e executado tarefas de apresentação de exposições e de elaboração dos respetivos catálogos, com o apoio de Fernando de Azevedo e de Manuel da Costa Cabral. Foi diretora-adjunta do Serviço de Belas-Artes entre 1994 e 1998, data em que se reformou.


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