Cristina Sena da Fonseca

1960, Lisboa, Portugal

Coordenação Técnica, Projetos Museológicos e Design no Serviço de Exposições e Museografia da Fundação Calouste Gulbenkian (1987 – 1993); Coordenação Técnica e Projetos Museológicos no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (a partir de 1993)

200 Exposições

Cristina Sena da Fonseca é licenciada em Arquitetura pela Faculdade Técnica de Lisboa (1985) e foi assessora na Coleção Moderna do atual Museu Gulbenkian entre 1996 e 2017.
A partir de 1987, integrou as áreas de Coordenação Técnica, Projetos Museológicos e Design (catálogos, cartazes e convites para exposições) no Serviço de Exposições e Museografia da Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1993, integrou o Centro de Arte Moderna (CAM), com responsabilidades acrescidas na Gestão de Recursos Humanos e Materiais, Coordenação Técnica e Projetos Museológicos.
Colaborou com outros Serviços (Museu Gulbenkian, Serviço Internacional, Serviço de Belas-Artes, Serviço de Ciência, Delegação em França, Biblioteca de Arte) nas áreas de Projetos Museológicos de Exposições, de Coordenação Técnica e de Gestão de Recursos Humanos e Materiais. Foi a responsável técnica pela gestão da coleção de arte do CAM (espaços Reservas e Obras de Arte), bem como pelo projeto de alteração dos espaços das Reservas do CAM (tendo por objetivo o aumento da capacidade de acolhimento e organização de obras de arte).
Projetou e realizou cerca de 300 exposições de artistas nacionais e internacionais, colaborando diretamente com os diversos comissários de todas as exposições, de entre as quais se salientam: «Tàpies: Celebració de la Mel» (Serviço de Exposições e Museografia, 1991); «Hélio Oiticica» (1993); «Ilya Kabakov» (1995); «António Palolo, 1963-1995» (1995); «Joaquim Bravo» (2000); «Rui Sanches: Retrospectiva» (2001); «Work in Progress: Fernando Calhau» (2001); «Jorge Pinheiro, 1961-2001» (2002); «Lourdes Castro: O Grande Herbário de Sombras» (2002); «Franz Erhard Walther: O Novo Alfabeto» (2003); «Mass and Empathy: Antony Gormley» (2004); «À Luz de Einstein: 1905-2005» (Serviço de Ciência, 2005); «Ângelo de Sousa: Escultura» (2006); «Dominguez Alvarez: 770, Rua da Vigorosa, Porto» (2006); «Fernando Calhau: Convocação I (modo maior e modo menor)» (2006-2007); «Fernando Calhau: Convocação II (modo maior e modo menor)» (2007); «Amadeo de Souza-Cardoso: Diálogo de Vanguardas» (2007); «Waltercio Caldas: Horizontes» (2008); «A Evolução de Darwin» (2009); «Anos 70: Atravessar Fronteiras» (2009); «Jane & Louise Wilson: Tempo Suspenso» (2010); «João Penalva: Trabalhos com Texto e Imagem» (2011); «Ana Vieira: Muros de Abrigo» (2011); «Carlos Nogueira: O Lugar das Coisas» (2012); «Obra Perdida: Emmerico Nunes» (2013); «António Dacosta: 1914-2014» (2014); «Lourdes Castro: Todos os Livros» (2015); «O Círculo Delaunay» (2015); «Eu não evoluo, viajo. José Escada: Retrospetiva» (2016). No contexto da Coleção Moderna do atual Museu Gulbenkian: «José de Almada Negreiros: Uma Maneira de Ser Moderno» (2017); «Ana Hatherly e o Barroco: Num Jardim Feito de Tinta» (2017).


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L'Orage

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2003 / Centro de Arte Moderna, Lisboa

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