Emílio Rui Vilar

Administrador não executivo (2017-2022)

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Emílio Rui Vilar nasceu no Porto a 17 de Maio de 1939. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra em 1961, é, desde o dia 3 de Maio 2012, Administrador não executivo da Fundação Gulbenkian.
Foi Presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian desde 2 de Maio de 2002 até 2 de Maio de 2012, tendo sido Administrador desde 1996. Foi Presidente da Partex Oil and Gas (Holdings) Corporation de Julho de 2002 a 2 de Maio de 2012. Assegurou a Presidência do Centro Europeu de Fundações (EFC), de Junho de 2008 a Maio de 2011, tendo presidido também ao Centro Português de Fundações (2006-2012).
Desde 2013 é Presidente do Conselho Geral da Universidade de Coimbra e desde 2012 Administrador não executivo da REN.
Desde 1996 é Presidente do Conselho de Auditoria do Banco de Portugal.

Em 1966 entrou para a Função Pública, onde esteve até 1969. Nesse ano assumiu funções directivas no Banco Português do Atlântico, onde permaneceu até 1973.

No início dos anos setenta faz parte do grupo de cidadãos que viria a fundar a SEDES, de que foi o primeiro presidente. A sua carreira política começa em 1974 como Secretário de Estado do Comércio Externo e Turismo do I Governo Provisório. No mesmo ano é-lhe confiada a tutela do ministério da Economia dos II e III Governos Provisórios (1974/75). Foi eleito Deputado em 1976. Entre 1976 e 1978, foi Ministro dos Transportes e Comunicações do I Governo Constitucional e, entre 1986 e 1989, Director-Geral da Comissão das Comunidades Europeias, em Bruxelas.

Como gestor, foi Vice-Governador do Banco de Portugal, entre 1975 e 1984, Presidente do Conselho de Gestão do Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa (1985/86). Foi Presidente do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos (1989-1995), presidiu ao Grupo Europeu dos Bancos de Poupança (1991-94) e foi Presidente do Conselho de Administração da GalpEnergia, entre 2001 e 2002.

Emílio Rui Vilar presidiu à Comissão de Fiscalização do Teatro Nacional de São Carlos (1980-86) e foi Comissário-Geral para a Europália, entre 1989 e 1992. Entre 1989 e 1990, foi Vice-Presidente da Fundação de Serralves. Foi Administrador da Porto 2001, SA, em 1999.

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Atualização em 26 Abril 2018