Obras que se ouvem

Com o desafio de reimaginar um museu que está atualmente fechado, apresentamos uma nova rubrica de programação para público com deficiência visual. Inspirado nas anteriores visitas táteis e audiodescritas à coleção do Centro de Arte Moderna, o ciclo «Obras que se ouvem», aborda, no início de cada mês, uma obra da coleção num áudio breve que nos dá a ouvir e a conhecer o artista e a peça escolhida. Feito a duas vozes, com recurso a um mediador do serviço educativo e a um audiodescritor, cada áudio oferece uma abordagem diversificada, que deixa perguntas no ar e alimenta a curiosidade ─ até voltarmos a poder encontrar-nos no CAM.
Nos meses de junho e julho, associado à exposição Tudo o que eu quero. Artistas portuguesas de 1900 a 2020, as obras selecionadas são todas de artistas mulheres.


SETEMBRO

Robert Delaunay, «Mulher nua a ler», 1915, Óleo e têmpera sobre tela

Robert Delaunay e a obra Mulher nua a ler

No mês de setembro, o artista escolhido é Robert Delaunay e a obra Mulher nua a ler. Por Simão Palmeirim e AR produções.


AGOSTO

Maria Beatriz, «Natureza-Morta», 1981, Acrílico sobre contraplacado recortado

Maria Beatriz e a obra Natureza-Morta

No mês de agosto, a artista escolhida é Maria Beatriz e a obra Natureza-Morta. Por Cristina Campos e AR produções.


JULHO

Ana Vieira, «Ambiente - Sala de jantar», 1971, Rede, prato em loiça, copos de vidro, faca em inox, CD-Rom, madeira pintada de branco, nylon pintado a spray azul e algodão pintado

Ana Vieira e a obra Ambiente – Sala de jantar

No mês de julho, a artista escolhida é a Ana Vieira e a obra Ambiente – Sala de jantar. Por Cristina Campos e AR produções.


JUNHO

Helena Almeida, «Corte Secreto», 1981, Tela e Fotografia

Helena Almeida e a obra Corte Secreto

No mês de junho, a artista escolhida é a Helena Almeida e a obra Corte Secreto. Por Simão Palmeirim e AR produções.


MAIO

Marcelino Vespeira, «O Menino Imperativo», 1952, Cera, Vela, Manequim e Búzio

Marcelino Vespeira e a obra O Menino Imperativo

No mês de maio, o artista escolhido é o Marcelino Vespeira e a obra O Menino Imperativo. Por Simão Palmeirim e AR produções.