Encontros com professores

Um dia para conhecer a nossa oferta educativa

Num registo de convívio e de partilha, este encontro entre as equipas educativas, os mediadores da Fundação e os professores pretende ser uma aproximação escola/museu. O programa está estruturado por níveis de ensino e apoia-se em diferentes tipologias de atividades educativas, que abrangem diferentes áreas temáticas e espaços distintos da Fundação, como o Museu, a Música, o Jardim e o Edifício. Os professores são assim convidados a experimentar algumas atividades que fazem parte da oferta educativa do próximo ano letivo 2019-20. E ficam, também a conhecer as nossas equipas e mediadores.
E um dia mais tarde, estão convidados a visitar-nos com as suas turmas e alunos.

14 setembro, sábado
09:30 – 13:30
Edifício Sede — Sala 1
Entrada é livre mediante inscrição prévia através do preenchimento de formulário

 

Programa 
09:30: Receção dos participantes
10:00: Sessão de abertura 
10:30 – 13:15:  Visitas mediante inscrição prévia e por ciclo ou nível de escolaridade 

PRÉ-ESCOLAR
10:30:
Viagens extraordinárias
Coleção Moderna / 30 min
Mín. 10  — Máx. 25
Por Maria Remédio

Palavras-chave: descoberta, experiência, memória, viagem

Vamos de viagem. O que levamos na bagagem? Olhos atentos à Arte, que ela está por toda a parte. Qualquer ida a um museu é uma viagem extraordinária de descoberta. Esta visita-jogo, feita de mala na mão, precisa de um passaporte especial, onde todos têm uma palavra a registar!

 

11:15: Cinco sentidos e cinco estações
Edifício Sede — Sala do Coro / 30 min
Mín. 10  — Máx. 30
Por Carolina Gaspar

Palavras-chave: criatividade, exploração sonora, música

E se num só dia pudéssemos passar por todas as estações do ano? Através dos cinco sentidos, vamos descobrir as «quatro estações» de Vivaldi e de Piazzolla. Mas… e se inventássemos mais uma?

12:00: Exploradores de sons
Coleção do Fundador / 30 min
Mín. 10  — Máx. 25
Por Sara Inácio

Palavras-chave: exploração sonora, obra de arte, sentidos, som, visão

Como se poderá escutar uma obra de arte? Que sons se escondem em cada obra e nas galerias do museu? Nesta visita-jogo, o som serve de mote a uma observação atenta das obras em exposição, ajudando os participantes a estimularem outros sentidos para além da visão e a construírem em conjunto pequenas composições sonoras que depois poderão relembrar e trabalhar na sala de aula.

12:45: Um jardim feito de música
Edifício Sede — Jardim / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Ana Manta

Palavras-chave: experimentação, jardim, materiais sonoros, música

Que sons habitam este jardim? E de onde vêm? Num tempo dominado pelo ruído da cidade, existem sons cada vez mais raros e que aqui iremos descobrir. Partindo de uma exploração multissensorial do jardim, da sua matéria e da sua sonoridade, vamos resgatar diferentes sons, analisá-los, transformá-los, experimentá-los e partilhá-los. Sejam ruídos, sons presentes, ausentes ou escondidos no jardim, transformar-se-ão em música até formarem uma orquestra!

 

1.º CICLO 
10:30: Entre lugares, entre culturas: um debate
Coleção do Fundador / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Ricardo Mendes

Palavras-chave: cidadania, interculturalidade, migração, viagem

Será possível dar a volta ao mundo numa coleção? Viajar por diferentes continentes no espaço de um museu? Conhecer gentes distantes e culturas diversas? Amuletos do Egito, tapetes da Pérsia, caixas de laca do Japão, dragões chineses, mobiliário de palácios franceses… muitas são as origens dos objetos da coleção de Calouste Gulbenkian. Assim é também esta visita, uma viagem do Oriente ao Ocidente, da Antiguidade ao século xx, entre lugares e entre tempos, num percurso por diferentes culturas, levantando muitas questões para conversar e debater.

11:00: Aula no Jardim
Edifício Sede — Jardim / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Vanda Vilela

Palavras-chave: ar livre, estudo do meio, matemática, português

Onde começa e acaba a sala de aula? Será que podemos aprender os sólidos geométricos com ramos de árvores, ou conhecer partes da nossa história por intermédio de cheiros e sabores?
Cá fora, no Jardim, o Português, a Matemática e o Estudo do Meio encontram a Arte em atividades práticas que permitem explorar de forma lúdica, criativa e descontraída alguns conteúdos curriculares do primeiro ciclo. A natureza e os seus elementos tornam-se ferramenta, laboratório e campo de descoberta para a aquisição de conhecimentos, despertando os sentidos, a curiosidade e a vontade de aprender.

11:30: Nos bolsos dos e das… artistas
Coleção Moderna / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Rita Cortez Pinto

Palavras-chave: biografia, cidadania, contexto, género, memórias, técnica

Quantos objetos perdidos nos bolsos destes e destas artistas? Quantas coisas para contar! Cada objeto uma memória, cada artista um mundo de histórias! Nesta visita-jogo, exploramos as memórias esquecidas nos bolsos de um antigo colete, como forma de melhor conhecermos alguns dos e das artistas das nossas coleções e exposições: as suas biografias, ideias, técnicas, inspirações e contexto artístico (com especial atenção às artistas mulheres da Coleção Moderna).

 

2.º E 3.º CICLOS
11:15: Pensar em conjunto. Debates no Museu: uma questão de cidadania
Coleção do Fundador / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Joana Simões Piedade

Palavras-chave: cidadania, debate, direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, sustentabilidade

O Museu, com as suas duas coleções tão ricas de objetos e histórias, é o espaço ideal para gerar conversas, usar os objetos do passado para debater as questões do presente e ajudar a pensar o futuro. Quem disse que estes objetos antigos já não têm nada a ver connosco nem com as nossas inquietações de hoje? Esta é uma nova área de debates para grupos escolares nas galerias de exposição. Um espaço pensado sobretudo para responder à disciplina de cidadania, onde, a partir das obras das coleções, se conversa sobre direitos humanos, interculturalidade, igualdade de género, sustentabilidade e respeito pela diversidade, num debate moderado por mediadores experientes na construção de pontes e no lançamento de questões.

12:00: Olhar, ver, interpretar
Coleção Moderna / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Cristina Campos

Palavras-chave: contexto, cultura visual, interpretação, perceção, referente, sentido crítico

Como vemos e o que vemos realmente? Olhar e ver significarão exatamente a mesma coisa? Haverá olhares que não envolvam o pensamento? Como lemos uma obra de arte? A partir de uma seleção de obras da Coleção Moderna, a visita incide sobre o olhar e a perceção, convidando os alunos a discutir, a observar, a tomar decisões, a escolher perspetivas e pontos de vista na leitura das obras de arte, com base no seu universo de referentes.

12:30: Walden: nós e a natureza
Edifício Sede — Jardim / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Vanda Vilela

Palavras-chave: cabana, caderno de campo, natureza, observação, vida na terra

Há duzentos anos viveu nos Estados Unidos da América um homem chamado Henry David Thoreau, que, fascinado com a natureza e com o que ela tinha para ensinar aos homens, decidiu, aos 27 anos, ir morar para um bosque, junto a um lago, onde construiu uma cabana e viveu durante dois anos. Queria assim provar que uma vida simples, em contacto com a natureza, era mais rica, livre e feliz. O livro que escreveu sobre essa experiência foi uma fonte de inspiração para pessoas de todo o mundo, que passaram a olhar para a natureza e para a vida com outros olhos. Vamos observar o Jardim Gulbenkian pelo olhar de Henry David Thoreau, registar as nossas descobertas num caderno de campo e encontrar o lugar ideal para construir a nossa cabana.

 

SECUNDÁRIO E PROFISSIONAL 
10:30: Pensar em conjunto. Debates no Museu: uma questão de cidadania
Coleção do Fundador / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Raquel Feliciano

Palavras-chave: cidadania, debate, direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, sustentabilidade

O Museu, com as suas duas coleções tão ricas de objetos e histórias, é o espaço ideal para gerar conversas, usar os objetos do passado para debater as questões do presente e ajudar a pensar o futuro. Quem disse que estes objetos antigos já não têm nada a ver connosco nem com as nossas inquietações de hoje? Esta é uma nova área de debates para grupos escolares nas galerias de exposição. Um espaço pensado sobretudo para responder à disciplina de cidadania, onde, a partir das obras das coleções, se conversa sobre direitos humanos, interculturalidade, igualdade de género, sustentabilidade e respeito pela diversidade, num debate moderado por mediadores experientes na construção de pontes e no lançamento de questões.

11:15: O Edifício Gulbenkian e a arquitetura moderna em Portugal
Edifício Sede — Jardim / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Carlos Carrilho

Palavras-chave: arquitetura, movimento moderno, projeto

Datado de 1969, o conjunto Sede, Museu e Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian é um dos mais importantes marcos da arquitetura moderna em Portugal. Patenteando uma invulgar qualidade construtiva e utilizando técnicas construtivas vanguardistas, esta obra é paradigmática também de uma perfeita colaboração profissional entre a arquitetura e a arquitetura paisagista. Esta visita, percorrendo zonas do edifício que ilustram a inovação das soluções construtivas e espaciais, revela os segredos de um edifício único e inspirador, símbolo de uma ideia de utopia possível.

12:00: Pensar em conjunto. Debates no Museu: uma questão de cidadania
Coleção Moderna / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Sílvia Moreira

Palavras-chave: cidadania, debate, direitos humanos, igualdade de género, interculturalidade, sustentabilidade

O Museu, com as suas duas coleções tão ricas de objetos e histórias, é o espaço ideal para gerar conversas, usar os objetos do passado para debater as questões do presente e ajudar a pensar o futuro. Quem disse que estes objetos antigos já não têm nada a ver connosco nem com as nossas inquietações de hoje? Esta é uma nova área de debates para grupos escolares nas galerias de exposição. Um espaço pensado sobretudo para responder à disciplina de cidadania, onde, a partir das obras das coleções, se conversa sobre direitos humanos, interculturalidade, igualdade de género, sustentabilidade e respeito pela diversidade, num debate moderado por mediadores experientes na construção de pontes e no lançamento de questões.

12:45: Calouste: uma vida, não uma exposição
Edifício Sede — Galeria do piso inferior / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Filipa Santos

Palavras-chave: biografia, coleção, memórias, migração, viagem

O notável percurso de Calouste Gulbenkian, desde as margens do Bósforo, em Istambul, onde nasceu, até às margens do Tejo, em Lisboa, onde viveu e acabou por morrer, passando por Paris e por Londres, é sem dúvida uma das histórias de vida mais surpreendentes de cruzamento de culturas e de geografias. Homem de negócios, colecionador de arte e filantropo, porventura em igual medida, soube fazer como poucos a síntese entre o Oriente e o Ocidente em todas as suas realizações. Esta visita é uma das propostas para celebrar o ano dos 150 anos do nascimento de Calouste Sarkis Gulbenkian. Mais do que um percurso biográfico, a visita revela também as soluções curatoriais que respondem às muitas questões inerentes à difícil tarefa de se expor uma vida.

 

NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS / ENSINO INTEGRADO E ESPECIAL
11:00:
Museu Gulbenkian: uma visita pedagógica
Coleção Moderna / 30 min
Mín. 10 — Máx. 25
Por Margarida Rodrigues e Margarida Vieira

Palavras-chave: estratégias, ferramentas, meta-aprendizagem, metavisita, metodologias, necessidades educativas especiais

Quais as questões e processos que levaram à criação de uma determinada visita orientada? Como escolher o enfoque e a abordagem mais adequados? Como desenhar estratégias para uma criança, um jovem e um adulto? Como criar materiais mediadores que reforcem verdadeiramente o trabalho de exploração de uma obra e potenciem a aprendizagem? Estas visitas pedagógicas pretendem ser uma possibilidade de responder a estas e outras questões a partir da demonstração e da desconstrução dos nossos projetos educativos, dando a conhecer as suas premissas, opções e estratégias. Existe a possibilidade de realizar visitas exclusivamente destinadas a abordar as estratégias para trabalhar com necessidades educativas especiais.