Os compositores românticos: loucura, obsessões, psicoses e doença…

A imagem do génio, não só na música, mas em todas as artes e mesmo na ciência, envolve em geral uma certa dose de loucura ou abstração do mundo. Os artistas vivem noutra dimensão, diz-se, e desculpam-se-lhes as asneiras e distrações. Porém, um grau acima da simples excentricidade de um Joly Braga Santos, ou de um Janáček, ou das bebedeiras de Mussorgski e de outros, começam as psicoses, manias e obsessões, como as de Bruckner, Rachamninov, Satie ou Prokofiev, e no topo das folias delirantes estão as doenças mentais, perigosas quer para nós próprios quer para os outros. Gesualdo, Hugo Wolf, Schumann, Tchaikovsky, e vários outros, passaram o patamar da sanidade e atentaram contra a sua própria vida e a vida de terceiros. Simples distraídos, maníacos ou doidos varridos, muitos compositores trabalharam na ténue linha que separa a sanidade da loucura. O Romantismo, em particular, foi a época dourada da irracionalidade.

Conheça as outras sessões do curso (Quase) tudo o que sempre quis saber sobre música clássica e teve medo de perguntar.

Conceção e orientação
Sérgio Azevedo

Bilhete ciclo inteiro - €70

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Sobre a atividade:

Duração: 90 minutos

Mínimo de participantes: 20

Máximo de participantes: 60

Língua: Português

Preço: 10,00 €

Onde:

Ponto de encontro: Edifício Sede — Sala do Foyer

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Detalhes da atividade:

Época:

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Equipa educacional: