Uma breve incursão na poesia contemporânea escrita por mulheres

Leitura de poemas com acompanhamento visual e musical

Uma sessão de leitura de poemas de Adília Lopes, Ana Hatherly, Ana Paula Inácio, Catarina Santiago Costa, Cláudia Lucas Chéu, Fátima Maldonado, Joana Emídeo Marques, Luísa Neto Jorge, Raquel Nobre Guerra, Rosalina Marshall e Salette Tavares pela atriz Rita Loureiro. 

Com: Rita Loureiro 
Curadoria: Vasco Macedo pela RAF (Reunião de Apócrifos Foragidos)
Visuais: António Caramelo
Sonoplastia: Nuno Vicente (Dragão Inkomodo)

António Caramelo  
Nasceu em 1969, vive em Oeiras. Fez Escultura nas Belas Artes de Lisboa (1998) e  Mestrado em Arte Digital e Comunicação Interativa no Media Center D'Art I Disseny em Barcelona (2006). É doutorando na FBAUL. Na prática artística, desde 1998, tem participado em diversas exposições em Portugal, mas também em Espanha, Escócia, USA, Alemanha, UK, Noruega, Luxemburgo, Bélgica e Croácia como (seleção)  Touch me: It's about time!Galerija Klovićevi dvori, Zagreb (2014); SulSal, Fundação Verbeke, Bélgica (2014); NÓS, Plataforma Revólver, Lisboa (2014); Sem Quartel / Without Mercy – exhibition, Sismógrafo (2014); Hay Fever, Cultivamos Cultura, S. Luis, Odemira (2014); Collecting Collections and Concepts, Fabrica ASA, Guimarães (2012);  Dive in,  Plataforma Revólver, Lisboa (2013); O Fim da Violência, Casa Bernardo, Caldas da Rainha (2013); Dreaming of a ButterflyBishop's SquareSpitalfields, Londres (2011); Where Are You FromContemporary Art From Portugal, Faulconer Gallery, Iowa, USA (2008); Toxic – o discurso do excesso,  Fundição de Oeiras (2005); Portugal - 30 artists under 40Stenersen Museum, Oslo (2004); Expect The World video screeningKunstlerhaus Bethanien, Berlin (2001); Plano XXI, Mackintosh Gallery, Glasgow School of Art, Glasgow (2000), entre outros. Colaborou e desenvolve projetos audiovisuais em teatro, dança contemporânea e música.  

Nuno Vicente /Dragão Inkomodo  
Frequenta atualmente licenciatura em Estudos Portugueses na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Para além de estar a cargo da sonoplastia do ciclo Terças de Poesia Clandestina e Atrito, com os quais já atuou no Festival Internacional de Cultura de Cascais (FIC) e no Festival Literário de Ovar (FLO), e em espaços como o Desterro, a Casa Independente, o Titanic Sur Mer, a Casa Fernando Pessoa, ou a Casa da Cultura de Setúbal, atua também em nome próprio, desde Janeiro de 2016, tendo já passado por uma série de espaços como Musicbox, Maus Hábitos, Lounge, Desterro, Damas, Titanic Sur Mer, EKA PalaceZaratan, TOPO, e festivais como o TRC ZigurFest, o Curtocircuíto – International Film Festival, o NOVO – Mostra da nova música portuguesa, o Um ao Molhe, ou o AVEIROSHIMA2027. Lançou nos últimos três anos os seguintes álbuns: “Uma onomatopeia, um técnico audiovisual e um engraxista entram num bar” (2018), “Aquário (tudo explicado) - 3 temas para curta-metragem” (2018), “O habilidoso cornifronte longicórneo do circo de verão de Belfast” (2018), “Ano Novo Vida Nova” (2018), “Sobre a precipitação (meteorologia)” (2017), “Ano Novo Vida Nova” (2017), “Vol.1” (Dragão Inkomodo x Twisted Freak – 2016), “Da Máquina se Fez o Homem ou Vice-Versa” (2016), “Dragão Inkomodo incomoda no Damas (2016), “Ano Novo Vida Nova” (2016), “14 minutos com a mãe natureza” (2015), “O Estado Nítido tem Estado Pútrido” (2015), “Deita-se na cama e recorda com nostalgia o dia de ontem” (2015), “Engrenagens soltas de um touro mecânico #1” (2015), “Forno de Macroondas” (2015), “Estufa das Observações” (2015), “Hipotálamo ou cefalópode – insónias e outros sonhos tais” (2015), “Júbilo” (2015), “Óptica Menos Anos Luz” (2015), “Laguna Seca” (2015), “Quem Sabe Um Mata Moscas” (2015), “O Bom Sabor da Selva” (2015), “100 Demos do Demo” (2015). 

Rita Loureiro 
Nasceu em Lisboa em 1969. Concluiu o curso de formação de Atores da Escola Superior de Teatro e Cinema em 1991. Iniciou a sua atividade profissional com o  espetáculo A Ilha do Oriente, encenado por Filipe La Féria no Centro de Arte Moderna.  Ao longo de duas décadas, integrou inúmeros espetáculos na companhia de Teatro da Cornucópia, onde trabalhou com os encenadores Luis Miguel Cintra e Christine Laurent. 
Foi ainda dirigida por encenadores como Rui Mendes, Nuno M. Cardoso, José Carretas, Antonino Solmer, Miguel Guilherme, José Wallenstein e Rodrigo Francisco. Trabalha regularmente sob a direção de António Pires, no Teatro do Bairro.  É presença frequente em telenovelas e séries tais como Fúria de Viver (telenovela), Remédio Santo (telenovela), Alentejo sem lei (série), Ana e os sete (série), Sra. Ministra (série), País Irmão (série), Teorias da Conspiração (série), entre outras. Em cinema, trabalhou com realizadores como Fernando Vendrell (Fintar o Destino), José Álvaro de Morais (Quarema e Peixe-Lua), Werner Schroeter (Deux), João César Monteiro (Vai e vem), Paolo Marinou-Blanco (Goodnight Irene), Inês Oliveira (Cinerama), Vicente Alves do Ó (Quinze pontos na alma, Florbela e Al Berto), entre outros.  

Vasco Macedo  
Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, mestre em Estudos Portugueses, frequenta atualmente mestrado de Filosofia na mesma instituição. Para além de programador do ciclo Terças de Poesia Clandestina e Atrito, é o editor, desde janeiro de 2014, de uma revista literária chamada Apócrifa - Projecto Literário em Curso (Apócrifa - PLEC), e organizou entre janeiro de 2015 e abril de 2016 o ciclo de poesia Babel’s Curse, no bar Primeiro Andar, no Ateneu Comercial de Lisboa, bem como um ciclo de leitura, performance e vídeo, chamado O Quadro Roubado. Mais recentemente foi responsável pelo encontro Poesia e Música Experimental na Fundação Calouste Gulbenkian. 

 

Entrada gratuita com levantamento de bilhete no próprio dia (limite de 2 bilhetes por pessoa), a partir das 16:00 na Coleção Moderna.

 

A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se no direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz durante o evento Noites Modernas, para a difusão e preservação coletiva da memória da sua atividade cultural e artística.
Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através de privacidade@gulbenkian.pt.

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Sobre a atividade:

Duração: 1h 30min

Mínimo de participantes: 5

Máximo de participantes: 113

Língua: Português

Onde:

Ponto de encontro: Museu Calouste Gulbenkian - Coleção Moderna

Local: Sala Polivalente

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Detalhes da atividade:

Época:

Ciclo:

Tipo:

Equipa educacional: