Mily Possoz. Gravura

A 9 de janeiro de 2005 inaugurou no CAM uma exposição dedicada às obras em gravura de Mily Possoz (1888-1968) pertencentes à Coleção. Enquanto o CAM está fechado, convidamos a revisitar mensalmente uma exposição passada.
Vista da exposição «Mily Possoz. Gravura». CAM, 2005. Foto: Paulo Costa

Com curadoria de Emília Ferreira, a exposição Mily Possoz. Gravura decorreu no Piso 01 do CAM entre 9 de janeiro e 12 de junho de 2005. Embora a artista modernista se encontre representada na Coleção do CAM com um núcleo significativo de obras de pintura e desenho, esta exposição focou-se no seu trabalho de gravura, juntando 26 obras.

 

Mily Possoz, «Fillette aux Manderines», sem data. Inv. GP828
Mily Possoz, «Étude de Garçonnet», sem data. Inv. GP830

 

Organizada em pequenos núcleos temáticos, a exposição começava com as obras Le Chat sur la Chaise, Gatinha e Gatinha com Filho, seguindo-se uma secção dedicada a cenas de uma classe privilegiada, focando-se no papel central da mulher – gravuras como Rêverie, La Toilette, Fillette aux Manderines faziam parte deste grupo.

 

Mily Possoz, «Paysage de Beaulieu», sem data. Inv. GP836

 

Um outro grupo, dedicado à representação de crianças, dava seguimento à exposição, incluindo obras como Fillette Cousant, Étude de Garçonnet e Enfant à la Sandale. A finalizar a mostra apresentava-se um núcleo dedicado à paisagem, com as gravuras Sintra – Castelo dos Mouros, Sintra e Paysage de Beaulieu.

 

 

Esta exposição procurava oferecer uma nova perspetiva sobre a obra da artista, cuja qualidade gráfica foi pouco valorizada durante a sua vida. Integrada no ciclo de exposições rotativas do CAM, foi acompanhada, como habitualmente, por uma folha de sala com um texto da curadora, onde se colocavam várias questões acerca das obras expostas.


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Atualização em 30 dezembro 2021

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