Sun & Sea

Rugilė Barzdžiukaitė, Vaiva Grainytė e Lina Lapelytė

A ópera-performance «Sun & Sea» abre a edição 2022 do Alkantara Festival. Esta criação instala a beleza e a catástrofe lado a lado e apresenta o verdadeiro custo dos prazeres do consumismo – uma imersão em histórias de um mundo à beira do precipício.

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A internacionalmente aclamada e premiada ópera-performance Sun & Sea, das artistas lituanas Rugilė Barzdžiukaitė, Vaiva Grainytė e Lina Lapelytė, tem sido celebrada pelo seu humorístico, intemporal e poderoso retrato de temas contemporâneos urgentes.

A partir de um andaime sobre o palco, o público observa a praia, veraneantes que tomam banhos de sol, um mosaico de toalhas, fatos de banho coloridos, crianças e brinquedos. Os seus pensamentos quotidianos, aparentemente banais, revelam uma ansiedade latente acerca do colapso climático, colocando-nos frente a frente à nossa incapacidade de o encararmos.

Em inglês, com libreto disponível em inglês e português.

 

Curadoria: Lucia Pietroiusti


ACESSIBILIDADE

Não há cadeiras nem lugares marcados. O público assistirá ao espetáculo a partir de uma estrutura de andaimes com dois andares. O primeiro andar tem 3 metros de altura e o segundo 5 metros de altura.

O acesso é feito somente por escadas. As pessoas com mobilidade reduzida poderão assistir ao espetáculo a partir do nível do chão (que será o nível da praia).

O espetáculo não é recomendado para pessoas com labirintite ou vertigem crónica.


FICHA TÉCNICA

Conceito e desenvolvimento: Rugilė Barzdžiukaitė, Vaiva Grainytė e Lina Lapelytė
Encenação e cenografia: Rugilė Barzdžiukaitė
Letras: Vaiva Grainytė
Composição e direção musical: Lina Lapelytė
Curadoria: Lucia Pietroiusti
Produção da digressão: Aušra Simanavičiūtė
Direção de Produção e Direção de cena: Erika Urbelevič
Direção técnica: Lique Van Gerven
Tradução libreto (de lituano para inglês): Rimas Užgiris
Engenheiro de som: Romuald Chaloin Galiauskas
Performers que cantam: A confirmar
Performers: A confirmar
Identidade visual: Goda Budvytytė
Produção: Sun & Sea (Lituânia)
Produção fundadora: Neon Realism (Lituânia)
Coprodutores: Nida Art Colony of Vilnius Academy of Arts, Akademie Schloss Solitude, Goethe-Institut, Münchner Kammerspiele, National Gallery of Art (Vilnius), Staatsschauspiel Dresden, The Momentary (Arkansas).
Patrocínio: JCDecaux
Projeto financiado por: Concelho da Cultura da Lituânia
Apresentado por: Alkantara Festival, Centro de Arte Moderna (CAM) – Fundação Calouste Gulbenkian e Culturgest, em parceria com o Teatro Municipal do Porto.


BIOGRAFIAS

Rugilė Barzdžiukaitė (1983, residente em Vilnius) trabalha como cineasta, encenadora e artista visual. Na sua prática criativa, Barzdžiukaitė explora o desfasamento entre realidades objetivas e imaginadas, enquanto desafia, de forma lúdica, o pensamento antropocêntrico. O seu recente filme-ensaio documental de longa-metragem Acid Forest, foi galardoado no Festival Internacional de Cinema de Locarno, entre outros, e exibido na National Gallery of Art em Washington, no Lincoln Center em Nova Iorque, e no American Film Institute Festival em Los Angeles, entre muitos outros eventos, cinemas e espaços de arte contemporânea. Sun & Sea é a sua mais recente colaboração na área da performance.

Na sua prática baseada em textos, Vaiva Grainytė (1984, residente na Lituânia e no Canadá) alterna entre géneros, obras teatrais interdisciplinares e publicações. Como escritora, dramaturga e poetisa, atua como antropóloga observadora: desafiada pela interpretação poética de Grainyte, as questões sociais mundanas assumem uma natureza paradoxal e difamada. O seu livro de ensaios Beijing Diaries (2012) e a colecção de poesia Gorilla's Archives (2019) foram nomeados para os prémios do Livro do Ano, e incluídos nas doze primeiras listas dos livros mais criativos da Lituânia. A sua obra foi traduzida em mais de 10 línguas. O seu romance bilingue, de colagem de géneros cruzados, Roses and Potatoes (2022), desconstrói intelectualmente e ironicamente o conceito estereotipado de 'felicidade' embutido na cultura contemporânea. 

A prática baseada na performance de Lina Lapelyte (1984, Vilnius e Londres) está enraizada na música e nos flirts com a cultura pop, estereótipos de género e nostalgia. As suas obras envolvem artistas com e sem formação, frequentemente num ato de canto que assume a forma de um acontecimento coletivo e afetivo questionando a vulnerabilidade e o silenciamento. As suas obras foram exibidas na 13ª Bienal Kaunas, Haus der Kunst, Munique; Kunstenfestivaldesarts, Bruxelas; Tai Kwun, HK; Glasgow International; Bienal de Riga - RIBOCA2; Pavilhão Lituano na 58ª. Bienal de Veneza; galeria da Fundação Cartier, Paris; CCA Ujazdowski, Varsóvia; Baltic Triennial 13, Tallinn; Moderna Museet, Malmo; FIAC, Paris; Hayward touring show, Reino Unido; Serpentine, Londres; As suas próximas exposições individuais incluem a galeria Lafayette Anticipation em Paris e a galeria Space, Londres.


A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através de [email protected] .


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