Pedro Miguel Santos

Bolsa Gulbenkian de Investigação Jornalística 2018

 

Com 45 mil pessoas no ativo (mas 58 mil autorizadas a trabalhar, com um cartão profissional atribuído pelo  Ministério da Administração Interna) a segurança privada é o maior corpo de segurança do país – as Forças Armadas têm 36 357 elementos, a PSP 20 977 (2019) e a GNR 23 022 (2018).

Pedro Miguel Santos quis perceber este universo, “que foi ganhando poder e influência”, e questionar: “quem vigia os vigilantes?”

Os trabalhos foram publicados, ao abrigo das Bolsas de Investigação Jornalística da Fundação Calouste Gulbenkian, no Fumaça.

 

Agostinho Costa: “Não cabe à segurança privada fazer de Polícia, nem tem competências para isso”

Estão em todo o lado e mal lhes olhamos para os olhos. Nos hipermercados, nos centros comerciais, nos hospitais e centros de saúde, nos transportes públicos, nas estações de comboio e de autocarro, nos aeroportos, nas repartições de finanças, da segurança social, do centro de emprego e nas Lojas do Cidadão. Também à porta de museus, salas de espetáculo, bares e discotecas. Chamamos-lhes porteiros, seguranças, vigilantes, ‘armários’ e até ‘picas’ – sim, em muitas empresas de transportes rodoviário o controlo de bilhetes já é feito por um “Fiscal de Exploração de Transportes Públicos”.

Fumaça, 6 ago 2020

 

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