11 Abril 2019

II Ciclo Conversas na Biblioteca

Joana Cunha Leal comenta “Defense of Abstract Expressionism” de T. J. Clark, publicado em Farewell to an Idea: Episodes from a History of Modernism (1999)

Joana Cunha Leal
Joana Cunha LealConversas na Biblioteca

Esta é a segunda conversa do segundo ciclo Conversas na Biblioteca de Arte, com curadoria de Sofia Nunes. Acontece em 16 de abril, terça-feira, entre as 17:30 e as 18:30, no Átrio da Biblioteca. A entrada é livre, mas sujeita à lotação da sala.

 

Sinopse

“Defense of Abstract Expressionism” fecha o livro monumental de T.J. Clark — Farewell to an Idea: Episodes from a History of Modernism — publicado em 1999. O texto surge na sequência de um outro (longo) capítulo dedicado à obra de Jackson Pollock e ambos são reveladores do lugar central que o principal obreiro da nova história social da arte atribui ao Expressionismo Abstracto norte-americano. A defesa que T.J. Clark ensaia desse episódio do Modernismo é surpreendente pelos seus termos e argumentos. Quase sempre contra as narrativas dominantes sobre o triunfo, e depois a dispensa, do Expressionismo Abstracto, o historiador constrói a sua abordagem a partir da ideia da vulgaridade das pinturas que analisa, jogando a reversibilidade modernista do valor negativo do termo.

 

Biografia

Joana Cunha Leal é professora auxiliar do Departamento de História da Arte da FCSH-NOVA, onde ensina teoria, historiografia e história da arte contemporânea. Tem um doutoramento sobre arquitectura e políticas urbanas nos séculos XVIII e XIX (2006). Desde 2010, estuda os modernismos e as vanguardas históricas ibéricas, também do ponto de vista da historiografia. Foi bolseira Fulbright em 2011 e do Stone Summer Theory Institute (2011-2012). Foi IR do projecto Southern Modernisms (2015) e é actualmente responsável pelo projecto Modernismos Ibéricos (ambos financiados pela FCT). É directora do Instituto de História da Arte da FCSH-NOVA.