Coleções Textuais

Teatro de Cordel

Coleção constituída por 793 espécies – papéis volantes e pequenos folhetos – manuscritas e impressas entre 1692 e 1886, integrando um grande número de peças anónimas, a par com outras de autores e tradutores portugueses. Pela sua importância para o estudo da história da literatura de cordel em Portugal, esta coleção encontra-se integralmente digitalizada. Os correspondentes ficheiros digitais estão acessíveis na Internet.


Espólio Diogo de Macedo

Coleção composta por 467 dossiês, com documentos diversos sobre a vida e obra do escultor e crítico de arte Diogo de Macedo, organizados pela sua viúva, Eva de Macedo. Foi doado à Fundação Gulbenkian em 1987. Nos dossiês encontram-se recortes de imprensa, fotografias, publicações periódicas e correspondência, num total de 58.496 imagens. De acordo com a legislação em vigor, relativa a direitos de autor e direitos conexos, alguns documentos desta coleção estão acessíveis apenas na rede local da Biblioteca de Arte.

Obras de Diogo de Macedo


Diogo de Macedo (1889-1959), escultor, crítico e historiador de arte, foi discípulo de Teixeira Lopes no Porto, onde fez o seu curso de Belas-Artes. Nas suas estadias em Paris, entre 1911 e 1926, frequentou o ateliê do escultor Antoine Bourdelle (1861-1929). Esculpiu, entre outros, os bustos de Antero de Quental (1929), de Sara Afonso (1927), de António Boto (1928) e de Mário Eloy (1932), e as estátuas para a Fonte Monumental da Alameda (1940-1942). Como ilustrador, colaborou com diversas publicações periódicas, como as revistas Contemporânea e Ocidente e o jornal Diário de Lisboa. Em 1944, foi nomeado diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea, cargo que ocupou até à sua morte. Da sua atividade enquanto crítico de arte deixou um importante legado para a história do panorama artístico nacional do século XX.


Coleção José-Augusto França

Trata-se de uma parte da coleção foi doada em 1992 à Fundação Calouste Gulbenkian pelo historiador e crítico de arte José Augusto França, composta por um conjunto importante de 1305 artigos de imprensa. De acordo com a legislação em vigor, relativa a direitos de autor e direitos conexos, esta coleção está acessível apenas na rede local da Biblioteca de Arte.


José-Augusto França (Tomar, 1922) é um dos nomes mais marcantes do panorama cultural português da segunda metade do século 20, com uma vasta obra no âmbito da história, da crítica e da sociologia da arte. É Professor catedrático jubilado da Universidade Nova de Lisboa, onde criou o Mestrado de História da Arte, o primeiro do país. Foi como bolseiro do governo francês (1959-1963) que, em Paris, se diplomou em Sociologia da Arte e realizou o seu doutoramento em História, na Sorbonne, com orientação de Pierre Francastel. Foi diretor da revista Colóquio-Artes (1971-1996) e do Centro Cultural de Paris, da Fundação Calouste Gulbenkian (1983-89). É membro de várias Academias nacionais e estrangeiras, e recebeu diversas condecorações honoríficas.


Espólio Amadeu de Sousa Cardoso

É composto por 1.695 manuscritos, 713 fotografias, 658 recortes de imprensa 196  monografias, 27 publicações   periódicas e 8 objetos pessoais do pintor Amadeu de Sousa Cardoso, e foi confiado à Fundação Calouste Gulbenkian no final da década de 1980 pela sua viúva, Lucie de Sousa Cardoso, e pelo seu amigo, o pintor Paulo Ferreira. De acordo com a legislação em vigor, relativa a direitos de autor e direitos conexos, alguns documentos desta coleção estão acessíveis apenas na rede local da Biblioteca de Arte.

Atualização em 06 Outubro 2017