Conversa: Museus, comunidade, festa e prazer

Outras estratégias de participação

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Podemos pensar o museu como um espaço festivo? E será que um espaço festivo pode ser visto como uma forma de organização e partilha de saberes e práticas artísticas, um espaço mais participativo, democrático e seguro, com ação e estrutura política? Há práticas comuns, que acontecem fora dos museus ─ como os espaços festivos ─, que são a celebração do trabalho artístico e cultural, abrindo lugar para realidades e vivências marginalizadas.
Nesta conversa, queremos questionar as fronteiras políticas e sociais dos espaços culturais e olhar para o espaço festivo como uma representação política e identitária, que se manifesta artística e culturalmente.

Moderação
João Viegas (ARVI)

Oradores
Beatriz Vasconcelos (Festival Rama em Flor)
DIDI (Bee)
Saint Caboclo (Dengo Club)


ORADORES

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e mestre em Estudos da Cultura pela Universidade Católica Portuguesa, trabalha em comunicação, assessoria de imprensa e produção. Atualmente pertence à equipa de comunicação do Teatro do Bairro Alto, faz parte da equipa nuclear da companhia de teatro Plataforma285 e coordena o Rama em Flor – festival comunitário feminista queer, que celebra o feminismo e a cultura queer através de um programa transdisciplinar, heterogéneo e inclusivo.

Corpe afrocúir em trânsito pelo Brasil, Reino Unido e Portugal, que trabalha, persiste e resiste por meio da investigação, produção cultural e performance como DJ, cantor, artista visual e multidisciplinar. Idealizou a unidade criativa em forma de festa Bee. The United Kingdom of Beeshas (bee_lx) nas Damas em Lisboa, movimenta-se em conexão com coletivos, artistas e fazedores de toda a diáspora em projetos culturais e indústria criativa, na produção e atuação direta com Afropunk, Batekoo, Bloco Colombina Clandestina, Baile Brabo, Afrontosas, BlackPride Uk, PT Vogue Chapter, Pumpdabeat, etc.
Explora temas relacionados com (re)territorialização coletiva, identidades, ativismo e performance antirracista, na produção cultural e artística queer, pessoas negras e imigrante com artistas em diáspora por Portugal.
DIDI conecta-se aos mais variados ritmos e manifestações artísticas afro diaspóricas, por meio de expressões sonoras e de movimento, do baile funk ao house, do r&b 90/00 ao afrobeat.

Reside em Lisboa, mas nasceu e foi criado no Brasil. É uma nova cara cujas influências surgem principalmente de bailes (festas funk ilegais/underground). Cresceu a ver os bailes como uma fuga da violência classista que assola o Brasil, na qual as comunidades marginalizadas conseguiam ter voz e oportunidade de expressão artística. Como DJ, procura uma fusão entre géneros, indo do funk carioca e do trap ao hard club beats, esta fusão é uma manifestação de seu caráter desafiador e do seu desejo de ser um embaixador da representação queer na cultura funk e hip-hop.


Conheça a programação completa do Dia Internacional dos Museus

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